A adolescência é uma fase de intenso crescimento e desenvolvimento corporal, portanto, são necessários alimentos com qualidade e quantidades adequadas a fim de surprir as necessidades desta fase. Alguns hábitos de vida também devem ser adotados para que o adolescente tenha sua saúde garantida atualmente e na vida adulta. Por isso:
• Evite ficar longos períodos sem se alimentar, quando isso ocorre, uma série de alterações no organismo são ativadas visando o fornecimento de energia para o cérebro. Desta forma, o corpo passa a poupar energia principalmente em forma de gordura para os períodos de escassez de alimentos.
• Todos os dias é necessário consumir alimentos como: carnes, ovos, hortaliças, frutas, cereais e leguminosas. Todos eles contêm nutrientes específicos para cada função do nosso organismo e se algum nutriente está deficiente, alguma função deixa de ser realizada;
• Frutas e hortaliças se consumidas todos os dias, garantem um bom funcionamento intestinal e são importantes fontes de vitaminas e minerais que são nutrientes essenciais na prevenção e tratamento de doenças; além disso são ótimas fontes de cálcio.
• As preparações muito condimentadas (temperos prontos, catchup, maionese) e as frituras devem ser evitadas, pois, estão relacionadas com uma maior ocorrência de acne;
• Os alimentos industrializados como: bolachas recheadas, refrigerantes, salgadinhos, balas, chocolates, dentre outros, devem ser evitados, pois são alimentos ricos em açúcares e conservantes, que, se consumidos em grandes quantidades e em longo prazo, levam ao surgimento de doenças, como diabetes, hipertensão arterial (pressão alta), obesidade, dentre outras;
• Para quem quer emagrecer deve-se ter muito cuidado com as dietas da moda, pois elas geralmente restringem algum nutriente da alimentação, e isso não deve ocorrer, pelo fato de nosso organismo necessitar de todos os nutrientes em quantidades adequadas;
• O emagrecimento deve ser feito de forma gradual. Não se deve perder muito peso em pouco tempo, pois isso pode levar à desnutrição e o retorno ao peso anterior mais rapidamente;
• A atividade física juntamente com uma alimentação adequada é essencial para o bom funcionamento do organismo, proporciona maior bem estar e é eficiente no controle do peso corporal;
• O álcool e o fumo contêm substâncias que fazem mal a saúde, portanto devem ser evitados!
Estes juntamente com uma má alimentação e falta de exercícios são causadores de doenças do coração, fígado, rins e demais órgãos do corpo;
• A água deve ser ingerida todos os dias, de 2 a 3 litros.
O hábito de comer e ao mesmo tempo realizar outras atividades como assistir televisão, jogar videogame, usar o computador ou falar ao celular deve ser evitado. Isso leva o adolescente a não prestar atenção naquilo que está comendo, não mastiga corretamente e consequentemente consome maiores quantidades de alimentos podendo levar ao ganho de peso.
Assim como nas demais fases da vida, uma alimentação saudável proporciona melhor saúde e bem estar ao indivíduo!
Nutrição Funcional, melhora da performance esportiva, promoção da saúde e envelhecimento saudável.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
ALIMENTAÇÃO INFANTIL - A PARTIR DOS DOIS ANOS DE IDADE
A alimentação na infância é importante para satisfazer as necessidades nutricionais e também contribui para a educação infantil. Nesta fase irá promover a mastigação, deglutição e o contato com novos sabores e texturas.
As crianças com dois e três anos de idade apresentam maior estabilidade no crescimento devido à diminuição da velocidade de ganho de peso e estatura, fazendo com que o apetite diminua. Portanto, suas necessidades nutricionais também diminuem em relação ao primeiro ano de vida (fase de crescimento muito acelerado).
O apetite da criança a partir dos dois anos é irregular e pode variar de um dia para o outro. Em um dia ela pode aceitar determinado alimento e no outro recusá-lo, sendo essa uma atitude que pode causar muita ansiedade na família, mas não deve ser motivo de desespero. Por isso, os alimentos rejeitados devem ser oferecidos por mais de uma vez.
ALIMENTAÇÃO NA ESCOLINHA
Uma forma de incentivar a criança, é que ela ajude na preparação de lanches para levar para a escolinha.
Os lanches devem conter alimentos coloridos e atraentes, frutas frescas, pães, biscoitos, bolos (principalmente aqueles que levam alimentos como: cenoura, laranja, maracujá) torradas, leite, sucos de frutas, vitaminas, etc.
As frutas a serem levadas para a escolinha devem ser aquelas que não se deterioram com facilidade, como por exemplo: banana, maçã, pêra (mais durinha), mexerica. Devem ser utilizadas frutas pequenas ou então metade de frutas maiores, pois a criança não conseguirá comer grandes quantidades.
Optar por sucos, leite, iogurte, achocolatados, vitaminas de caixinha longa vida que podem ficar em temperatura ambiente. Se possível mandar os alimentos em uma lancheira térmica ou verificar a possibilidade de guardar na geladeira da escolinha.
ORIENTAÇÕES PARA A CRIANÇA QUE NÃO QUER COMER:
A criança precisa ter horários pre-determinados para a ingestão de qualquer alimento. É comum os pais darem maior importância para o café da manhã, almoço e jantar, deixando os lanches, biscoitos e as guloseimas sem padrão de horário.
É importante um intervalo entre as refeições de duas a três horas. A criança deve aprender, desde pequena, a comer nos horários determinados pela família, pois assim reforçam os bons hábitos alimentares e a convivência familiar. Uma criança que não tem intervalos razoáveis entre as refeições se adapta a falta de horário, não se alimentando bem no almoço e no jantar.
Não devem ser oferecidos alimentos entre as refeições. Quando a criança recusa a refeição principal, não se deve oferecer outro alimento no lugar. Neste caso, o melhor é aguardar mais meia hora ou uma hora e oferecer novamente a mesma refeição.
Os líquidos devem ser desestimulados entre as refeições (exceto a água). Durante as refeições as bebidas precisam ser controladas, pois a criança troca facilmente a refeição por sucos ou refrigerantes. Os refrigerantes podem ser dados, mas sempre de forma limitada, como nos finais de semana, por exemplo.
Deve ser colocada pouca comida no prato. Pratos grandes, além de não estimular a criança trazem aversão, pois ela já se satisfaz só de olhar. O correto é colocar um pouco de cada preparação no prato, se ao final da refeição a criança pedir mais, deve ser colocado uma porção menor que da primeira vez.
Criança que come biscoitos, sorvetes, doces, salgadinhos ou qualquer outro alimento antes do almoço ou do jantar, rejeitará a refeição e solicitará algo para comer logo depois, estabelecendo assim um ciclo vicioso.
Os pais precisam dar o exemplo de alimentação saudável: as crianças copiam os modelos alimentares dos pais e de pessoas que admiram. Se a família tem bons hábitos, a criança os incorpora com o passar do tempo.
Cabe aos pais a difícil tarefa de conduzir a alimentação dos seus filhos com competência, garantindo a correta nutrição e ajudá-los a criar um sentimento de troca, prazer e convivência que repercutirá para sempre em sua saúde e estilo de vida.
Alimentar uma criança exige paciência e atenção. É muito importante saber dosar a quantidade de permissões e restrições.
É muito importante que os pais ensinem os seus filhos que a refeição, além de ser importante para a saúde, é também sinônimo de alegria e integração.
Uma alimentação equilibrada e adequada fornece à criança suporte para um bom crescimento e desenvolvimento.
Orientações para uma boa alimentação:
Fazer de 5 a 6 refeições por dia ( café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde, jantar).
Beber bastante água durante todo o dia (em torno de 1,5/dia).
Evitar alimentos como: chips, doces, refrigerantes.
Consumir leite ou derivados 3x ao dia.
Consumir frutas e verduras pelo menos 4x ao dia.
Atenção! Legumes, verduras e frutas devem ser bem lavados e higienizados.
Não substituir água e sucos por refrigerantes.
Procurar ingerir alimentos de todos os grupos: carboidratos (pão, arroz, bolo, batata), proteínas (carne, leite, ovo), lipídios (margarina, óleo).
Preferir alimentos assados e grelhados em substituição aos alimentos fritos (Não exagerar no óleo adicionado à comida).
Na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos e por que a dieta deve ser tão variada e não conter apenas biscoitos ou chocolates.
SE ALIMENTANDO DE FORMA CORRETA, A CRIANÇA CRESCE E SE DESENVOLVE DE FORMA SAUDÁVEL E AINDA EVITA DOENÇAS TANTO NA INFÂNCIA QUANTO NA VIDA ADULTA.
As crianças com dois e três anos de idade apresentam maior estabilidade no crescimento devido à diminuição da velocidade de ganho de peso e estatura, fazendo com que o apetite diminua. Portanto, suas necessidades nutricionais também diminuem em relação ao primeiro ano de vida (fase de crescimento muito acelerado).
O apetite da criança a partir dos dois anos é irregular e pode variar de um dia para o outro. Em um dia ela pode aceitar determinado alimento e no outro recusá-lo, sendo essa uma atitude que pode causar muita ansiedade na família, mas não deve ser motivo de desespero. Por isso, os alimentos rejeitados devem ser oferecidos por mais de uma vez.
ALIMENTAÇÃO NA ESCOLINHA
Uma forma de incentivar a criança, é que ela ajude na preparação de lanches para levar para a escolinha.
Os lanches devem conter alimentos coloridos e atraentes, frutas frescas, pães, biscoitos, bolos (principalmente aqueles que levam alimentos como: cenoura, laranja, maracujá) torradas, leite, sucos de frutas, vitaminas, etc.
As frutas a serem levadas para a escolinha devem ser aquelas que não se deterioram com facilidade, como por exemplo: banana, maçã, pêra (mais durinha), mexerica. Devem ser utilizadas frutas pequenas ou então metade de frutas maiores, pois a criança não conseguirá comer grandes quantidades.
Optar por sucos, leite, iogurte, achocolatados, vitaminas de caixinha longa vida que podem ficar em temperatura ambiente. Se possível mandar os alimentos em uma lancheira térmica ou verificar a possibilidade de guardar na geladeira da escolinha.
ORIENTAÇÕES PARA A CRIANÇA QUE NÃO QUER COMER:
A criança precisa ter horários pre-determinados para a ingestão de qualquer alimento. É comum os pais darem maior importância para o café da manhã, almoço e jantar, deixando os lanches, biscoitos e as guloseimas sem padrão de horário.
É importante um intervalo entre as refeições de duas a três horas. A criança deve aprender, desde pequena, a comer nos horários determinados pela família, pois assim reforçam os bons hábitos alimentares e a convivência familiar. Uma criança que não tem intervalos razoáveis entre as refeições se adapta a falta de horário, não se alimentando bem no almoço e no jantar.
Não devem ser oferecidos alimentos entre as refeições. Quando a criança recusa a refeição principal, não se deve oferecer outro alimento no lugar. Neste caso, o melhor é aguardar mais meia hora ou uma hora e oferecer novamente a mesma refeição.
Os líquidos devem ser desestimulados entre as refeições (exceto a água). Durante as refeições as bebidas precisam ser controladas, pois a criança troca facilmente a refeição por sucos ou refrigerantes. Os refrigerantes podem ser dados, mas sempre de forma limitada, como nos finais de semana, por exemplo.
Deve ser colocada pouca comida no prato. Pratos grandes, além de não estimular a criança trazem aversão, pois ela já se satisfaz só de olhar. O correto é colocar um pouco de cada preparação no prato, se ao final da refeição a criança pedir mais, deve ser colocado uma porção menor que da primeira vez.
Criança que come biscoitos, sorvetes, doces, salgadinhos ou qualquer outro alimento antes do almoço ou do jantar, rejeitará a refeição e solicitará algo para comer logo depois, estabelecendo assim um ciclo vicioso.
Os pais precisam dar o exemplo de alimentação saudável: as crianças copiam os modelos alimentares dos pais e de pessoas que admiram. Se a família tem bons hábitos, a criança os incorpora com o passar do tempo.
Cabe aos pais a difícil tarefa de conduzir a alimentação dos seus filhos com competência, garantindo a correta nutrição e ajudá-los a criar um sentimento de troca, prazer e convivência que repercutirá para sempre em sua saúde e estilo de vida.
Alimentar uma criança exige paciência e atenção. É muito importante saber dosar a quantidade de permissões e restrições.
É muito importante que os pais ensinem os seus filhos que a refeição, além de ser importante para a saúde, é também sinônimo de alegria e integração.
Uma alimentação equilibrada e adequada fornece à criança suporte para um bom crescimento e desenvolvimento.
Orientações para uma boa alimentação:
Fazer de 5 a 6 refeições por dia ( café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde, jantar).
Beber bastante água durante todo o dia (em torno de 1,5/dia).
Evitar alimentos como: chips, doces, refrigerantes.
Consumir leite ou derivados 3x ao dia.
Consumir frutas e verduras pelo menos 4x ao dia.
Atenção! Legumes, verduras e frutas devem ser bem lavados e higienizados.
Não substituir água e sucos por refrigerantes.
Procurar ingerir alimentos de todos os grupos: carboidratos (pão, arroz, bolo, batata), proteínas (carne, leite, ovo), lipídios (margarina, óleo).
Preferir alimentos assados e grelhados em substituição aos alimentos fritos (Não exagerar no óleo adicionado à comida).
Na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos e por que a dieta deve ser tão variada e não conter apenas biscoitos ou chocolates.
SE ALIMENTANDO DE FORMA CORRETA, A CRIANÇA CRESCE E SE DESENVOLVE DE FORMA SAUDÁVEL E AINDA EVITA DOENÇAS TANTO NA INFÂNCIA QUANTO NA VIDA ADULTA.
terça-feira, 5 de julho de 2011
INTRODUÇÃO DE ALIMENTOS - ALIMENTAÇÃO APÓS SEIS MESES DE VIDA!
Essa é uma fase muito rica de informações e que deve ser levada em grande consideração por parte dos pais, pois nesta fase os hábitos alimentares da criança começam a ser formados e podem ser determinantes para a alimentação futura da criança.
A partir dos seis meses de vida, o leite materno não atende todas as necessidades da criança, necessitando ser complementado.
A alimentação complementar serve para fornecer nutrientes que a criança necessita juntamente com o leite materno. Quando essa complementação não ocorre a criança poderá apresentar deficiências nutricionais, retardo no crescimento, maior risco de infecções, dentre outros agravos.
A alimentação complementar deve se iniciar somente após os seis meses de idade, exceto nos casos de doença ou peso insuficiente.
O leite materno continuará sendo o alimento básico da alimentação da criança. A introdução de alimentos deverá ser lenta, com preparações simples e em pequenas quantidades, deixando a criança comer o que conseguir. Ela não deve ser forçada a comer caso não queira mais.
Cada alimento deve ser introduzido separadamente para verificar se a criança possui alguma alergia alimentar e para que ela se acostume com o sabor e textura de cada alimento.
A alimentação nessa fase deve ser a mais variada possível fazendo com que a criança tenha acesso a todos os nutrientes e formação de bons hábitos alimentares.
No início da introdução alimentar deve-se oferecer somente um alimento novo ao dia, e gradualmente ir oferecendo novos alimentos. Devem ser estabelecidos horários para as refeições e para as mamadas.
A primeira refeição a ser introduzida deve ser a de sal e não a de doce, pois as crianças preferem o sabor adocicado e podem rejeitar as refeições salgadas. Ela deve substituir uma mamada, por exemplo, a do horário do almoço.
Na introdução alimentar é frequente a ocorrência de diarréia. Por isso é importante manter a higiene ao preparar os alimentos, a higiene do local, higiene pessoal e utilizar sempre água filtrada. Não deve ser fornecido alimentos de origem desconhecida (restaurantes, lanchonetes, etc.) e as refeições devem ser preparadas na hora de servir a criança, evitando assim riscos de contaminação e perda de nutrientes.
A criança não deve ser alimentada junto com outras pessoas, pois isso a dispersa. Os pais ou responsáveis devem colocar a criança sentada em um local seguro e em postura reta e administrar a refeição de frente à criança e não com ela no colo.
É importante que a criança comece a pegar os alimentos, mesmo com a mão, pois isso cria independência. Mesmo que isso possa causar muita sujeira.
Devem ser utilizadas colheres e copinhos ao invés da mamadeira, que sejam de plástico para que a criança possa pegá-los e não machucar-se.
O uso da mamadeira desestimula a criança a mamar no peito; incentiva a formação de maus hábitos alimentares; retarda a mastigação; compromete a dentição e pode fazer com que o intestino da criança fique preso por liquidificar as fibras dos alimentos.
Dos 6 aos 8 meses de vida devem ser introduzidos dois a três alimentos por dia; de 9 a 24 meses de vida introduzir três a quatro alimentos por dia. As demais refeições são o leite materno.
Devem ser utilizados cereais como o arroz, e evitar aqueles que contêm glúten, como o trigo, aveia, farelos, estes podem causar intolerâncias na criança e são fatores antinutricionais. Tubérculos como batata, cará e mandioca podem ser utilizados.
Utilizar as leguminosas: feijão (sem casca até os dois anos, pois contém fatores antinutricionais), ervilha e soja;
Carnes: preferir as de boi e aves magras cozidas, pois contêm um menor teor de gordura e evitar o peixe e a carne de porco, pois são alimentos com risco de causar alergias.
Os ovos devem ser evitados inicialmente, pois a clara contém substâncias alergênicas. A gema pode ser introduzida.
As hortaliças são fontes de vitaminas e minerais; devem ser evitadas cruas inicialmente! De preferência devem ser consumidas sem o uso de agrotóxicos - orgânicas!
As frutas são excelentes fontes de vitaminas e minerais, elas devem ser introduzidas inicialmente na forma de suco ou polpa e devem ser utilizadas como complementação de uma refeição, pois fornecem pouca energia. Assim como as hortaliças a preferência deve ser pelas frutas cultivadas sem o uso de agrotóxicos!
Deve ser utilizado o óleo vegetal para preparar as refeições em pequenas quantidades e não devem ser fornecidos: biscoitos industrializados, bombons, margarinas, que possuem gorduras ruins.
A água deve ser oferecida com frequência à criança, somente água filtrada ou fervida; não oferecer chás, cafés, sucos artificiais e refrigerantes, pois estes impedem a absorção de outros nutrientes, contêm altas quantidades de cafeína que é estimulante, muitos conservantes e condimentos e em alguns casos alto valor calórico.
Não ofertar a criança o leite de vaca antes dos dois anos de idade, pois é potencialmente alergênico.
Não oferecer enlatados, embutidos e o mel, são alimentos com grande risco de contaminação.
Açúcares e doces só fornecem calorias vazias e aumentam o risco de cáries.
Inicialmente a criança rejeita os novos alimentos, pois está acostumada com o leite materno, mas isso não significa que ela não gosta daquele alimento. Ele deve ser introduzido diversas vezes até que a criança o aceite. É um período de muita paciência e tolerância dos pais.
À medida que a criança cresce, a consistência dos alimentos deve aumentar gradativamente. No início as refeições são na forma de papinhas, que não devem ser liquidificadas, mas sim bem amassadas e não se devem misturar os alimentos.
Em seguida a papinha deve ser mal amassada, deixando alguns pedacinhos para estimular a mastigação.
Depois não deve ser amassada, mas deve-se picar os alimentos em pedaços maiores, para que a criança mastigue e fortaleça os músculos da face, o que ajudará no processo da fala e mastigação.
Lembrando que a alimentação da criança não deve ser a mesma da família. Deve conter pouquíssima quantidade de sal, óleo, condimentos e alimentos industrializados. Pois os órgãos da criança são ainda imaturos e o excesso desses alimentos poderá sobrecarregá-los.
Abraços e até a próxima!
terça-feira, 7 de junho de 2011
ALIMENTAÇÃO DURANTE A AMAMENTAÇÃO
Durante a amamentação, assim como na gestação, a mãe deve ter um cuidado especial com sua alimentação.
Nesta fase, a mulher é chamada de Nutriz - aquela que amamenta após o parto até o desmame da criança. Nesse período, a nutriz necessitará de uma maior quantidade de energia, proteínas vitaminas e sais minerais para a produção de leite.
A cada litro de leite produzido há um gasto de cerca de 900 calorias, levando ao emagrecimento nesta fase e retornando na maioria das vezes ao peso anterior à gestação.
A alimentação deve ser mais variada possível, sendo constituída por verduras, frutas, cereais, de preferência integrais, leguminosas, leite e derivados, carnes e peixes.
A alimentação nessa fase tem grande importância para a manutenção da sua saúde e para a produção adequada de leite.
Mais de 80% do leite materno é constituído por água, por isso a ingestão de líquidos não deve ser esquecida. Os líquidos ingeridos devem ser: água, sucos naturais e água de coco.
Deve-se evitar remédios, álcool e fumo, pois são substâncias que quando ingeridas são transferidas para o leite materno e consequentemente para o bebê.
A cafeína em excesso também deve ser evitada, devendo ser consumida em menores quantidades, pois a ela poderá causar maior irritação para o bebê. Portanto evite o excesso de café, chás, refrigerantes, chocolates.
Como na gestação, os alimentos a serem evitados são as frituras, alimentos gordurosos, industrializados, refrigerantes, bebidas artificiais e alimentos produzidos com temperos prontos.
A nutriz deve se alimentar em horários diferentes da hora da amamentação para que este momento seja mais tranquilo.
Lembre-se: não existe leite fraco, o que varia é a quantidade de leite produzida de cada mãe.
Durante a amamentação a nutriz deve procurar relaxar o máximo possível para uma produção adequada de leite, pois, o estresse e a ansiedade atrapalham essa produção. O ambiente durante a amamentação deve ser calmo e tranquilo, evitando a aglomeração de pessoas.
Seguindo essas orientações, seu filho receberá o leite materno com qualidade e adequado para todo o período da amamentação!!!!
Na próxima postagem irei falar sobre a introdução de alimentos após os seis meses de vida! Até lá!
Nesta fase, a mulher é chamada de Nutriz - aquela que amamenta após o parto até o desmame da criança. Nesse período, a nutriz necessitará de uma maior quantidade de energia, proteínas vitaminas e sais minerais para a produção de leite.
A cada litro de leite produzido há um gasto de cerca de 900 calorias, levando ao emagrecimento nesta fase e retornando na maioria das vezes ao peso anterior à gestação.
A alimentação deve ser mais variada possível, sendo constituída por verduras, frutas, cereais, de preferência integrais, leguminosas, leite e derivados, carnes e peixes.
A alimentação nessa fase tem grande importância para a manutenção da sua saúde e para a produção adequada de leite.
Mais de 80% do leite materno é constituído por água, por isso a ingestão de líquidos não deve ser esquecida. Os líquidos ingeridos devem ser: água, sucos naturais e água de coco.
Deve-se evitar remédios, álcool e fumo, pois são substâncias que quando ingeridas são transferidas para o leite materno e consequentemente para o bebê.
A cafeína em excesso também deve ser evitada, devendo ser consumida em menores quantidades, pois a ela poderá causar maior irritação para o bebê. Portanto evite o excesso de café, chás, refrigerantes, chocolates.
Como na gestação, os alimentos a serem evitados são as frituras, alimentos gordurosos, industrializados, refrigerantes, bebidas artificiais e alimentos produzidos com temperos prontos.
A nutriz deve se alimentar em horários diferentes da hora da amamentação para que este momento seja mais tranquilo.
Lembre-se: não existe leite fraco, o que varia é a quantidade de leite produzida de cada mãe.
Durante a amamentação a nutriz deve procurar relaxar o máximo possível para uma produção adequada de leite, pois, o estresse e a ansiedade atrapalham essa produção. O ambiente durante a amamentação deve ser calmo e tranquilo, evitando a aglomeração de pessoas.
Seguindo essas orientações, seu filho receberá o leite materno com qualidade e adequado para todo o período da amamentação!!!!
Na próxima postagem irei falar sobre a introdução de alimentos após os seis meses de vida! Até lá!
quinta-feira, 31 de março de 2011
ALIMENTAÇÃO PARA GESTANTES
Durante a gestação as necessidades nutricionais estão aumentadas para disponibilizar todos os nutrientes ao bebê e ainda garantir a saúde da mãe..
Portanto, a alimentação durante essa fase da vida deve minuciosamente cuidada, para que o bebê se desenvolva perfeitamente e a mãe não corra nenhum risco, seja ele por falta ou excesso de nutrientes.
Para definir quais serão as recomendações da gestante primeiramente deve ser feita uma avaliação nutricional bem detalhada. Essa avaliação consiste em coleta de dados como peso, altura e quando possível pesquisar esses dados anteriores à gestação; dados dietéticos (conhecimento da alimentação da gestante); dados clínicos (sinais ou sintomas atuais, situações de risco à gestação) e dados bioquímicos (exames laboratoriais).
A partir desses dados é que será definido o ganho de peso daquela gestante, a alimentação que ela deverá seguir em quantidades e qualidade na diversas etapas da gestação!
Seguem abaixo algumas orientações para a gestante:
- Beba bastante água e sucos naturais, além de suprir as necessidades da mamãe e do bebê, previne que o intestino fique preguiçoso, pois nessa fase é muito comum que isso ocorra;
- Assim como a água, as fibras também melhoram o intestino, elas estão presentes nas frutas (de preferência com cascas), verduras (de preferência cruas), leguminosas e nos cereais e farinhas integrais, por isso alimente-se delas;
- Procure fazer seis refeições ao dia, que sejam pequenas e em horários regulares, evitando o jejum prolongado;
- Procure alimentos com boa qualidade, como verduras e frutas frescas e da época, carnes magras, cereais como arroz, milho, leite e derivados;
- Alimente-se tranquilamente e mastigue bem os alimentos, pois assim o seu corpo aproveitará melhor os nutrientes consumidos;
- Evite doces, balas, frituras, sal e refrigerantes, pois estes em excesso, aumentam o peso da gestante contribuindo para a ocorrência de diabetes gestacional, colesterol alto e hipertensão arterial (risco de pré-eclâmpsia e eclâmpsia), podendo estes persistirem após a gestação;
- Evite ambientes muito fechados e com muita gente, pois essas são condições propiciam a contração de vírus e doenças transmissíveis;
- Cuide da sua beleza, hidrate a pele da barriga, dos seios, coxas e bumbum para prevenir a formação de estrias;
- Não se esqueça de passar protetor solar, pois na gravidez sua pele fica mais sujeita ao aparecimento de sardas e manchas escuras;
- Pratique atividade física de intensidade leve a moderada, e bem orientada por um profissional, pois esta promove uma melhora na resistência e flexibilidade muscular, combatendo assim as dores que podem ocorrer durante a gestação;
- Pratique atividade física de intensidade leve a moderada, e bem orientada por um profissional, pois esta promove uma melhora na resistência e flexibilidade muscular, combatendo assim as dores que podem ocorrer durante a gestação;
- A prática de atividade física também ajuda no trabalho de parto por fortalecer a musculatura pélvica, reduz o risco de cesária, há uma recuperação mais rápida no pós-parto, previne o aparecimento de varizes e melhora a irrigação da placenta;
- Cuidado com a automedicação converse antes com seu médico, e não utilize medicamentos por conta própria;
- Diga não às bebidas alcoólicas, ao fumo e drogas, pois elas irão afetar diretamente o bebê, interferindo no seu crescimento, desenvolvimento e provocando danos à sua saúde.
VOCÊ GESTANTE, PROCURE SEGUIR TODAS ESSAS ORIENTAÇÕES E EM CASO DE DÚVIDAS PROCURE O NUTRICIONISTA PARA TE ORIENTAR...
Na próxima postagem irei falar sobre Amamentação. Aguardem, abraços, Fernanda.
sexta-feira, 25 de março de 2011
SITUAÇÕES COMUNS DURANTE A GESTAÇÃO
Minha primeira postagem se trata das gestantes! Começo por elas, pois além de gostar muito deste assunto é na gestação o começo de uma nova vida. Onde será gerado um filho que irá passar por todas as outras etapas da vida....criança, adolescente, adulto (se mulher gestante) e idoso.
Durante a gestação o organismo da mulher passa por diversas mudanças, sejam elas físicas, hormonais, psicológicas, emocionais, dentre outras. Essas mudanças geram sintomas diversos e que em cada gestante se manifesta de forma diferente. Vejamos algumas das principais situações que ocorrem durante a gestação e que podem ser minimizadas com alguns cuidados.
* Náuseas e Vômitos: São sintomas normais da gestação e que não vão prejudicar a nutrição do bebê.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E ATÉ BREVE! ABRAÇOS, FERNANDA.
Durante a gestação o organismo da mulher passa por diversas mudanças, sejam elas físicas, hormonais, psicológicas, emocionais, dentre outras. Essas mudanças geram sintomas diversos e que em cada gestante se manifesta de forma diferente. Vejamos algumas das principais situações que ocorrem durante a gestação e que podem ser minimizadas com alguns cuidados.
* Náuseas e Vômitos: São sintomas normais da gestação e que não vão prejudicar a nutrição do bebê.
Para minimizá-los:
· Fazer várias refeições com volumes reduzidos;
· Consumir alimentos com baixo teor de gordura;
· Consumir gengibre ou biscoitos que o contenham;
· Mastigar bem devagar os alimentos.
* Consumo de substâncias não alimentares: terra, tijolo, sabão, cal de parede, cinza de cigarro, etc.
ATENÇÃO: Essas substâncias podem ser prejudiciais à saúde do bebê, pois, nelas podem conter substâncias tóxicas, parasitos intestinais, microrganismos, e além disso, elas podem diminuir os nutrientes saudáveis da mãe.
Para reverter: substituição dessas substâncias por alimentos da preferência da gestante; práticas saudáveis, como, leitura de livros, lazer, etc.
* Pirose (azia, queimação): Causa desconforto geralmente após as refeições, que é devido a pressão do útero sobre o estômago.
Conduta:
· Fazer refeições pequenas;
· Comer devagar, mastigando bem os alimentos;
· Evitar o estresse durante a alimentação;
· Nem sempre os alimentos ácidos agravam os sintomas, a gestante deve somente restringir os alimentos que lhe causam a queimação.
* Constipação intestinal/Intestino Preso: Ocorre devido ao aumento do hormônio progesterona na gestação e também por erros alimentares como, baixa ingestão de fibras e líquidos e também à falta de atividade física.
O que fazer:
· Aumentar o consumo de água;
· Consumir folhas e legumes crus;
· Alimentar-se de pães, biscoitos e cereais integrais;
· Fazer caminhadas e exercícios leves;
· Não utilizar laxantes sem a prescrição médica;
· Evitar falar durante as refeições.
*Hemorróidas: Surge pela compressão do intestino grosso pelo útero e também pelo intestino preso.
Como minimizar:
· Consumir fibras, pães, cereais integrais, aumentar a ingestão de líquidos;
· Evitar o uso de papel higiênico para não agredir ainda mais o local.
*Fraquezas e Desmaios: São minimizados quando se faz refeições pequenas ao longo do dia com pequenos intervalos entre as refeições. Evitando sempre o jejum prolongado.
*Sensação de Plenitude (sentir-se “cheia” após as refeições): Deve-se evitar grandes volumes nas refeições, fazer refeições com intervalos de 2 a 3 horas; evitar deitar após as refeições; preferir roupas amplas e confortáveis.
*Ptialismo (produção excessiva de saliva): É comum na gravidez e é passageira.
Para minimizar:
· Aumentar a ingestão de líquidos;
· Refeições pequenas;
· Deglutir (engolir) a saliva;
· Procurar consumir frutas com caldo.
Na próxima postagem irei tratar sobre a alimentação durante a gestação.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E ATÉ BREVE! ABRAÇOS, FERNANDA.
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